Gazeta Futebol NotíciasGazeta Futebol Notícias
  • Home
  • Futebol
  • Notícias
  • Outros esportes
  • Sobre Nós
Leitura: Quando a empresa cresce, o dono não pode fazer tudo
Font ResizerAa
Gazeta Futebol NotíciasGazeta Futebol Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Futebol
  • Notícias
  • Outros esportes
  • Sobre Nós
Search
  • Home
  • Futebol
  • Notícias
  • Outros esportes
  • Sobre Nós
Gazeta Futebol Notícias > Blog > Futebol > Quando a empresa cresce, o dono não pode fazer tudo
Fredy da Silva Gonçalves Bento
Futebol

Quando a empresa cresce, o dono não pode fazer tudo

Mia Bramvale
Por Mia Bramvale 14 de outubro de 2026 5 Min de leitura
Compartilhar
Fredy da Silva Gonçalves Bento
Compartilhar

Fredy da Silva Gonçalves Bento, empresário conhecido como Fredy Restrito, começou vendendo roupas sozinho, no quarto de casa, e hoje está à frente da Litoral Mobilidade, operação com mais de 40 colaboradores. Entre um ponto e outro existe uma transição pela qual todo empreendedor passa e que muitos não conseguem completar: deixar de ser quem faz tudo para ser quem organiza o trabalho dos outros.

Contents
O fundador que nunca sai do balcãoPromover o melhor vendedor a gerenteContratar às pressas no picoA função que só existe na cabeça de alguémEmprego como resultado de gestão

O problema raramente aparece como crise súbita. Ele surge aos poucos, em decisões que se acumulam na mesa do dono, em funcionários que não sabem exatamente o que se espera deles e em equipes que crescem mais rápido do que a gestão. Alguns erros se repetem com tanta frequência que vale examiná-los de perto.

O fundador que nunca sai do balcão

No início, o dono vende, compra, atende, cobra e resolve. É assim que pequenos negócios sobrevivem. O erro começa quando esse modelo continua depois que a empresa ganhou porte, porque cada decisão passa a depender de uma única pessoa.

O efeito é previsível: filas de aprovação, funcionários que esperam em vez de agir e um fundador sem tempo para pensar no futuro do negócio. Na trajetória de Fredy da Silva Gonçalves Bento, a passagem do comércio de roupas para gastronomia, eventos e mobilidade elétrica ilustra esse ponto: atuar em setores tão diferentes pressupõe delegar parte do que antes era feito diretamente pelo fundador.

Promover o melhor vendedor a gerente

É uma escolha intuitiva e, muitas vezes, equivocada. Vender bem e liderar uma equipe são habilidades diferentes. O melhor vendedor domina o atendimento, mas pode não saber distribuir tarefas, dar retorno a colegas ou lidar com conflitos.

Quando a promoção acontece sem preparo, a empresa perde duas vezes: deixa de contar com seu principal vendedor e ganha um gestor inseguro. A equipe percebe a diferença rapidamente, e a rotatividade costuma subir justamente no setor que mais vendia. A alternativa é tratar liderança como competência a ser desenvolvida, com treinamento, acompanhamento e critérios claros, e não como prêmio por desempenho comercial.

Contratar às pressas no pico

Negócios sazonais conhecem bem esse cenário. No litoral paulista, a alta temporada pressiona comércio, serviços e eventos ao mesmo tempo, e a contratação acaba sendo feita no limite do prazo.

O risco está na integração. Um funcionário que começa sem treinamento aprende com os erros diante do cliente. Em setores técnicos, como a assistência de veículos elétricos, a falha é ainda mais cara, porque diagnóstico errado gera retrabalho, peça trocada sem necessidade e cliente insatisfeito. Planejar contratações antes do pico custa menos do que corrigir as consequências depois.

A função que só existe na cabeça de alguém

Fredy da Silva Gonçalves Bento menciona que, em muitas empresas, ninguém sabe ao certo como determinada tarefa é feita, exceto a pessoa que a executa. Quando ela sai de férias ou deixa a empresa, o conhecimento vai junto.

Documentar processos parece burocracia até o dia em que se torna indispensável. Manuais de atendimento, rotinas de estoque e procedimentos de pós-venda permitem treinar novos colaboradores com rapidez e manter o padrão. É também a base de qualquer modelo de franquia, já que só se replica em outra cidade o que está descrito de forma que outra equipe consiga seguir.

Emprego como resultado de gestão

A geração de empregos costuma ser lembrada como consequência natural do crescimento de uma empresa. Ela depende, no entanto, de algo menos visível: estrutura para que novas pessoas consigam trabalhar bem, aprender e permanecer.

Para Fredy da Silva Gonçalves Bento, essa equação ganha peso no plano de expansão nacional da Litoral Mobilidade, que pretende levar a outras regiões um modelo nascido na Baixada Santista. Uma trajetória iniciada por uma única pessoa vendendo roupas mostra que empresas grandes podem, sim, nascer de começos pequenos, desde que o fundador aprenda, no caminho, a construir equipes capazes de crescer junto com o negócio.

 

Tag:CEO da Litoral MobilidadeEmpresário Fredy da Silva Goncalves BentoFredy da Silva Goncalves BentoFredy RestritoO que aconteceu com Fredy da Silva Goncalves BentoO que aconteceu com Fredy RestritoQuem é Fredy da Silva Goncalves BentoQuem é Fredy RestritoTudo sobre Fredy da Silva Goncalves BentoTudo sobre Fredy Restrito
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Copie o link Print
Fredy da Silva Gonçalves Bento
Quando a empresa cresce, o dono não pode fazer tudo
Futebol
Robô humanoide de brinquedo sobre a grama, em um cenário relacionado ao futebol e à robótica.
Skild AI usa autojogo para ensinar robô humanoide a disputar partidas de futebol
Notícias
Marcio Alaor de Araujo 
Negociação estratégica pelo olhar de Marcio Alaor de Araujo
Notícias
Visão superior de uma partida de futebol em miniatura, com pequenas figuras dispostas sobre um campo.
FIFA detalha uso de inteligência artificial, avatares 3D e análise de dados na Copa do Mundo de 2026
Futebol

Populares

Futebol

Internacional e Flamengo ponto a ponto: veja as contas para o título

Por Mia Bramvale 1 Min de leitura

Mbappé faz 3, supera Messi, e PSG bate Barça; Liverpool também vence

Por Mia Bramvale
Robô humanoide de brinquedo sobre a grama, em um cenário relacionado ao futebol e à robótica.
Notícias

Skild AI usa autojogo para ensinar robô humanoide a disputar partidas de futebol

Por Redação Gazeta Futebol 6 Min de leitura
Outros esportes

Quais as dedicações necessárias para ter com um pet no verão?

Os pets são tudo de bom e para quem gosta de bichinhos, sabe que nada maisimportante…

Por Mia Bramvale
Futebol

Mbappé faz 3, supera Messi, e PSG bate Barça; Liverpool também vence

Francês teve grande atuação e comandou virada por 4 a 1, no Camp Nou. Time está…

Por Mia Bramvale
Futebol

Internacional e Flamengo ponto a ponto: veja as contas para o título

Campeonato Brasileiro chega à penúltima rodada com líder e vice-líder separados por apenas um ponto na…

Por Mia Bramvale
Futebol

Crespo chega, fala do jejum. E São Paulo tenta jogadores baratos

Treinador argentino desembarcou. Enquanto isso, diretoria faz reformulação. Contratou Bruno Rodrigues e tenta Kanu, do Botafogo.…

Por Mia Bramvale
Gazeta Futebol Notícias

Sobre Nós

Bem-vindo ao Gazeta Futebol, seu destino definitivo para tudo relacionado ao futebol! Fundado por entusiastas do esporte e jornalistas experientes, o Gazeta Futebol oferece uma cobertura completa e apaixonada das últimas notícias, análises e eventos do mundo da bola.

Fredy da Silva Gonçalves Bento
Quando a empresa cresce, o dono não pode fazer tudo
14 de outubro de 2026
Visão superior de uma partida de futebol em miniatura, com pequenas figuras dispostas sobre um campo.
FIFA detalha uso de inteligência artificial, avatares 3D e análise de dados na Copa do Mundo de 2026
8 de outubro de 2026
Gazeta Futebol - [email protected] - tel.(11)91754-6532
  • Home
  • Contato
  • Sobre Nós
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?